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Conjunto rodoviário prata em movimento numa estrada arborizada, com campo aberto à esquerda.

FROTA

Frota preparada para a estrada brasileira.

Frota própria, com manutenção conduzida internamente, somada a agregados e autônomos que entram sob o mesmo procedimento. Veículo adequado à carga, motorista preparado e viagem acompanhada de ponta a ponta no sistema de gestão próprio.

A REDE POR TRÁS DA FROTA

Seis unidades, quatro regiões.Um só padrão de operação.

Frota híbrida

Frota híbrida, dimensionada por contrato: veículos próprios com manutenção interna, mais agregados e autônomos. O plano de operação define tipo de implemento, quantidade e base de origem — e é ele que a operação cumpre no dia a dia.

  • 6

    unidades na rede

  • 4

    regiões do Brasil

  • 26anos

    de operação contínua

FROTA PRÓPRIA E AGREGADA

A frota, de perto.

Frota própria, mantida em casa, somada a agregados e autônomos sob o mesmo procedimento. Abra os pontos marcados no veículo e percorra os tipos de conjunto.

Cavalo mecânico preto visto de frente, recortado sobre fundo escuro.
Manutenção preventiva, feita em casa

A frota própria é mantida por equipe interna: revisão programada por tempo e por quilometragem, checklist de saída a cada viagem e ordem de serviço arquivada. Corretiva é exceção registrada, não rotina.

Viagem acompanhada

Posição do veículo, marcos da viagem e ocorrências ficam na mesma base que emite o documento de transporte — a operação e o cliente leem o mesmo status.

Motorista preparado

Quadro próprio, treinamento continuado, equipamento de proteção individual e regra de jornada cumprida: a segurança de quem dirige é condição da operação.

Cavalo mecânico

A tração dos conjuntos de transferência entre unidades. Revisão programada, checklist de saída e ordem de serviço registrados a cada ciclo.

Semirreboque de carga seca

Conjunto fechado para carga paletizada e volumosa, com carregamento em doca e conferência documental antes da saída.

Conjunto dedicado ao contrato

Veículo alocado a uma operação, com roteiro, janela de coleta e ponto de apoio definidos no plano de operação.

Agregados e autônomos

Capacidade complementar em picos e safra. O terceiro entra sob o mesmo procedimento de conferência, documento e prazo da frota própria, com habilitação e documentação verificadas antes do embarque.

GESTÃO DE FROTA

Manutenção é rotina programada, não reação a quebra.

O veículo entra em rota com revisão em dia, roteiro definido e motorista preparado. O que acontece na estrada volta registrado — e vira indicador da próxima manutenção.

  1. Manutenção preventiva, feita em casa

    A frota própria é mantida por equipe interna: revisão programada por tempo e por quilometragem, checklist de saída a cada viagem e ordem de serviço arquivada. Corretiva é exceção registrada, não rotina.

  2. Viagem acompanhada

    Posição do veículo, marcos da viagem e ocorrências ficam na mesma base que emite o documento de transporte — a operação e o cliente leem o mesmo status.

  3. Gerenciamento de risco

    Roteiro, paradas e pernoite definidos antes do embarque. Desvio vira ocorrência registrada e comunicada, com tratativa acompanhada até o fechamento.

  4. Motorista preparado

    Quadro próprio, treinamento continuado, equipamento de proteção individual e regra de jornada cumprida: a segurança de quem dirige é condição da operação.

  5. Indicador por veículo

    Disponibilidade, preventiva sobre corretiva e ocorrências por rota são apurados no sistema de gestão próprio da TCL e consolidados por contrato e por unidade.

  6. Renovação e padronização

    A substituição acompanha o ciclo natural de cada veículo, e a adesivagem padrão da frota é atualizada de forma faseada, junto da manutenção e da renovação.

Ver transporte rodoviárioConhecer o módulo de Gestão de Frota

A VOZ DA OPERAÇÃO

“Se a carga é sua, a responsabilidade é nossa até a entrega.”

TCL Operador Logístico

A empresa, na primeira pessoa — não é depoimento de cliente.

Motorista sentado ao volante de uma cabine-leito ampla, com a serra visível pela janela do passageiro.

A OPERAÇÃO

Conjunto, implemento e trecho.

O que a operação coloca na estrada, do cavalo mecânico ao conjunto carregado. São imagens de referência dos tipos de veículo: a sessão de fotografia da frota, já com a adesivagem atualizada, entra à medida que a padronização avança.

Conjunto rodoviário de cavalo mecânico azul e semirreboque branco trafegando em rodovia de pista simples, com lavoura dos dois lados.Conjunto em viagem
Baú fechado, carga seca em transferência.
Cavalo mecânico posicionado de frente dentro de um túnel de vento, sobre o piso de ensaio demarcado.Engenharia
Aerodinâmica ensaiada antes de a estrada cobrar.
Dois veículos lado a lado numa rodovia entre campos — um conjunto com semirreboque e um cavalo mecânico solto —, com um aerogerador ao fundo.Cavalo e conjunto
Cavalo solto e conjunto carregado: os dois formatos da operação.
Cavalo mecânico prata visto de frente, em movimento numa estrada de mão dupla ladeada por mata de outono.Rodovia de mão dupla
Pista simples, o trecho mais comum entre unidades.
Dois cavalos mecânicos lado a lado, um escuro e um vermelho, em estúdio de fundo cinza-escuro.Cavalo mecânico
Duas gerações de tração, lado a lado.
Interior da cabine em viagem: as mãos do motorista no volante e a rodovia reta à frente, entre campos abertos.Cabine
Quem conduz a carga é quadro próprio.
Arrastar

PERGUNTAS FREQUENTES

O que costumam nos perguntar sobre a frota.

A frota da TCL é própria ou de terceiros?

A frota é híbrida: veículos próprios, com manutenção conduzida internamente, mais agregados e autônomos que complementam a capacidade. A composição de cada operação é dimensionada no plano de operação do contrato, e o terceiro segue o mesmo procedimento de conferência, documento e prazo da frota própria.

Como o veículo é escolhido para a minha carga?

Pela carga, não pelo que está disponível. O plano de operação do contrato define tipo de implemento, quantidade e base de origem a partir do que vai na carroceria, da janela de coleta e do corredor de viagem — e é ele que a operação cumpre.

De onde os veículos saem?

Das unidades da rede. Matriz em Goiânia-GO e filiais em São Paulo, Mato Grosso, Rondônia, Bahia e Pernambuco — 6 unidades, presença em quatro regiões do Brasil: Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste. A base de origem de cada operação fica definida no plano de operação, junto do roteiro e dos pontos de apoio.

Como a manutenção da frota é controlada?

A frota própria é mantida internamente, por plano preventivo: revisão programada por tempo e por quilometragem, checklist de saída a cada viagem e ordem de serviço registrada. De agregados e autônomos são exigidos veículo em condição de uso e documentação em dia, verificados antes do embarque. A corretiva é tratada como ocorrência, com causa apurada e registro no sistema.

Quem dirige os veículos?

Quadro próprio. Motoristas, equipe de pátio e operação são da casa, com treinamento continuado, equipamento de proteção individual e regra de jornada cumprida — a segurança de quem dirige é condição da operação, não um programa à parte. Agregados e autônomos entram com habilitação e documentação verificadas antes do embarque.

Como o risco da viagem é gerenciado?

Roteiro, paradas e pernoite são definidos antes do embarque, e o veículo entra em rota com revisão em dia. Desvio do combinado vira ocorrência registrada e comunicada, com tratativa acompanhada até o fechamento.

É possível acompanhar o veículo durante a viagem?

Sim. Posição, marcos da viagem e ocorrências ficam registrados na mesma base que emite o documento de transporte, e o status acordado em contrato é informado ao cliente ao longo da operação.

O que acontece quando há uma ocorrência na estrada?

Vira registro: ocorrência aberta no sistema de gestão próprio, comunicação ao cliente na forma combinada em contrato e tratativa acompanhada até o fechamento. A causa é apurada e volta como indicador — é dela que sai a próxima manutenção ou a próxima revisão de roteiro.

Quando toda a frota estará com a adesivagem padronizada?

A padronização é faseada e vale para a frota própria: cada veículo recebe a adesivagem atualizada no seu ciclo de manutenção ou de renovação, sem parar a operação para isso. Agregados e autônomos seguem a regra de identificação acordada em contrato.

COMO PODEMOS AJUDAR

Diga o que precisa sair — a operação dimensiona o veículo.

Origem, destino, tipo de carga e janela de coleta. A resposta vem com a configuração de veículo e o plano de manutenção que sustenta o prazo combinado.